St. Tropez: a marca de autobronzeadores inglesa faz preview de novos produtos

Por Maria Cecília Prado em 22/11 | 2 |

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Kate Moss pode até não ser o modelo de beleza de todas as brasileiras. Mas acho que vou apontar um fato inegável: 9 entre 10 mulheres – sejam daqui, sejam de qualquer lugar do mundo – ficam morrendo de inveja ao ver a cor que top britânica exibe nos anúncios da marca de autobronzeadores St. Tropez. Eu, pelo menos, fico. E olha que sou uma branquela bem tranquila, muito de bem com o meu colorido natural.

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Foi para provar para as jornalistas de beleza que o bronze das fotos é real e imediato, e não apenas efeito de Photoshop, que a grife despachou para o Brasil uma de suas principais embaixatrizes, a britânica Sophie Evans. Especialista em técnicas de bronzeamento artificial, ela praticamente deu plantão esta semana na clínica da dermatologista Giana Campoi, em São Paulo. Falou dos lançamentos recentes da marca, contou um pouco da sua experiência com os produtos da empresa (com a qual trabalha em parceria há oito anos) e mostrou para quem quisesse experimentar como é que se chega ao autobronzeamento perfeito (e, com isso, evitar a tentação de torrar no sol e danificar a pele). Não tive dúvidas em aproveitar a experiência e, de quebra, em fazer uma das entrevistas mais surreais da minha vida: trocando ideias só de biquíni, de pé, plantada dentro de uma barraquinha (própria para isolar a paciente das paredes e do restante do ambiente) enquanto Sophie respondia minhas perguntas e disparava jatos de autobronzeador em todo meu corpo.

Sophie disse que um dos principais segredos para se conseguir a cor perfeita é, acredite, passar bastante autobronzeador. Em casa, a tendência de toda mulher é usar pouquinho, com medo de ficar manchada. E o que consegue com essa economia de cosmético é não utilizar o suficiente para espalhar direito por todas as áreas. Resultado: pontos mais escuros e outros mais claros, ou então listras. Ninguém merece!

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Apontou o spray como o produto mais prático para usar no rosto – ela indica dividir mentalmente o rosto em três áreas verticais e então jatear o produto de cima para baixo em cada uma delas. Sem esquecer das pálpebras, viu? (ou seja, você tem que fazer isso de olho fechado!). E reforçou um ponto que sigo como regra desde que fui apresentada ao primeiro autobronzeador de minha carreira: tem que fazer uma bela exfoliação antes de aplicar o tonalizante. Senão, o risco de manchar também aumenta.

Mais uma dica da Sophie? Usar dois tons de autobronzeador no corpo, um recurso superprofissional. Primeiro, aplique o tom mais claro em tudo, do pescoço aos pés (pode ser em spray ou em versão mousse ou cremosa). Depois, com um spray mais escuro, borrife os ombros e a parte de fora do antebraço, as laterais da cintura e as voltinhas sob o bumbum – e se, quiser, os culotes também. Além do bronze parecer mais natural, dá a sensação de a gente estar mais magra! Achei o máximo esse truque… Acima, entre os três produtos da linha Dark (que chegam à Sephora no início do ano que vem), está o spray escuro que ela passou para fazer esses retoques em mim (é o terceiro da esquerda para a direita – o primeiro é a loção e o segundo, a mousse).

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Saí da clínica me sentindo o ser mais moreno do universo, já que os autobronzeadores aplicados em mim têm, além do efeito revelado a partir de uma hora da aplicação, uma nuance entre o dourado e o bronze que já tinge a pele imediatamente (ou seja, funcionam não só como uma “tintura” que permanece na pele por cerca de uma semana, mas também como um make a jato). E totalmente convencida a estender a aplicação do autobronzeador para todo o corpo – eu sempre passei somente nas pernas, que, aí sim, não costumo ter coragem de exibir em uma saia quando estou branca demais.

Uma hora depois, já no restaurante onde almocei, tirei o blazer que estou usando hoje e entrei em ligeiro pânico: um dos meus braços ficou manchado, efeito da manga ajustada roçando na pele. Por coincidência, no mesmo momento estava trocando e-mails com a assessora da St. Tropez para checar infos sobre os produtos e acabei mencionando o fato. Camila (que já foi minha colega de redação e é muito querida) me tranquilizou na hora: “É só o tonalizante temporário que foi embora, depois que você tomar banho vai ver, o bronzeado irá ficar uniforme.” Como a marca sempre foi um sucesso nas minhas pernas (nunca notei uma manchinha sequer) e como estou proibida de tomar o tal banho até às dez da noite (o autobronzeador tem que ficar agindo por pelo menos oito horas para ter um resultado completo), termino este post confiante de que tudo vai dar mesmo certo. Mas também convicta de que, da próxima vez em quiser ficar douradérrima como hoje, vou tratar de usar uma roupa bem soltinha!

Quer ler mais dicas superúteis da Sophie para aplicar direito o autobronzeador? Também publiquei uma entrevista com ela, confira lá!

Update em 27/11: seis dias depois da minha sessão bronze total com a Sophie, preciso contar que a-) a pele não ficou manchada, não. Depois que tomei banho o bronze (intenso) estava totalmente uniforme; e b-) continuo mais dourada do que o normal. O autobronzeador desbotou um pouco, é claro, mas não totalmente – ainda dá para encarar uma saia!

 

Fotos: divulgação St. Tropez

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